Passos de Machaqway

Con el amigo  Passos de Machaqway compartimos no solo la pasión por escribir, sino el amor a caminar y recorrer antiguos caminos. Es interesante que su libro refleja no solo una investigación antropológica profunda, sino una búsqueda personal inherente, y sobre todo confianza en la intuición que considero una valiosa herramienta en un investigador. Pongo a consideración de los lectores de este blog un capìtulo de su nuevo libro. Información de como adquirir su libro debe remitirse a mi mail.

Libro de Passos de Machaqway-descargar

Antes de esto debo compartir una sìntesis de su trabajo, publicada en el idioma original por el mismo autor.

O que tem a ver: o Caminho de Peabiru (Brasil), a Placa de Cuenca (Equador), o Oceano Pacífico em Lima (Peru) e a Porta do Sol em Tiahuanaco (Bolívia), com este livro?

 

Em janeiro de 1993, ele havia enviado uma carta para o Dr. Gerardo Peña Matheus, em Guayaquil, com a finalidade de lhe contar sobre uma inusitada ocorrência sobre a Placa de Cuenca (Equador), acontecida aqui em Mato Grosso (Brasil), mas essa correspondência, por não o ter encontrado, foi devolvida ao remetente; o endereço era muito antigo. E o tempo passou…

Em síntese, o livro Existiu Um Caminho Pré-Colombiano em Chapada dos Guimarães? narra a busca de um fascinado por um antigo caminho, cujo rumo ele o balizara em Chapada dos Guimarães; balizara-o em consequência de um absurdo motivado pela Placa de Cuenca, e esta por sua vez, o levara a bater a uma porta edificada em Tiahuanaco, na Província de Ingavi, na Bolívia. E no bojo deste livro, o autor nos dá uma preciosa pista do objeto desta busca quando transcreve um anúncio que mandara publicar num jornal paranaense, no início de fevereiro de 2000, movido pelo pressentimento para confirmar a real existência de vestígios de um antigo caminho que teria existido naquela região.

Porém, se num extremo encontra-se o Norte do Paraná e no outro os Andes, no meio está precisamente Chapada dos Guimarães, conforme se explicita no próprio título da obra. É em Chapada que, de acordo com as palavras do autor, essa ideia fixa passa a atormentá-lo, quando ele, morador de Várzea Grande (cidade siamesa da capital mato-grossense, Cuiabá), decide ali estabelecer uma “segunda residência”, isto ali pelo início da década de 1990. E é ainda em Chapada que se vai desenrolar a maior parte da narrativa.

O livro de Passos de Machaqway busca amparo em dados científicos para explicar as suas deduções e suas fantasias, sobretudo em áreas como história, arqueologia e ocultismo. Além disso, aposta na imaginação e, ainda mais, na intuição. Por elas se pauta o tempo todo, com seu faro, seus pressentimentos e a atenção permanente a muitas, muitas coincidências…

Se não traz respostas prontas para suas diversas indagações, o livro nos oferece, entretanto, um passeio singular por ícones histórico-geográficos e arqueológicos da América do Sul, como a Porta do Sol em Tiahuanaco, na Bolívia, a Placa de Cuenca, no Equador, e a imensidão dos Andes e do Oceano Pacífico na costa ocidental de nuestra América. Isto, naturalmente, sem falar das manhãs, tardes e noites (muitas delas geladas e com ventos cortantes) na Chapada dos Guimarães de fins do século XX, quando o narrador e seu inseparável interlocutor dialogavam infinitamente sobre a necessidade urgente de se balizar o rumo de um antigo caminho, para orientar uns caminhantes retardatários que por ali haveriam de passar em direção aos Andes.

Sobre o verdadeiro autor do livro, é impossível dizer muita coisa, pois sua própria concepção se estrutura na ideia do anonimato. De todo modo, para nós, o autor é aquele que assina a obra: Passos de Machaqway. E este, por sua vez, ainda lança mão de outro recurso: o narrador que dialoga o tempo todo com um outro lado de sua persona, configurando aquilo que podemos chamar de alter ego de si mesmo ou o duplo, uma figura tão cara a muitos escritores pelo mundo em todos os tempos.

E nunca é demais repetir: ainda hoje, Passos de Machaqway alimenta ainda um outro sonho: o de que haverá de existir, algures, um destinatário, o continuador desta história! Cujo destinatário lhe parece ter encontrado em Guayaquil: o pesquisador Manuel Palacios Villavicencio, o qual, à moda dos Chasquis, 18 anos depois fez chegar às mãos daquele antigo destinatário – aquele que não encontrara em 1993, o Dr. Peña Matheus – a carta, que no transcorrer desses anos transformou-se neste livro.

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